ago 04

Marcando o encerramento do mês de Julho/2015 na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Campus de Presidente Prudente – realizou-se no dia 31 de Julho/14hs no Anfiteatro VI, mais uma defesa de tese de Doutorado, desenvolvida pelo candidato Clayton Ferreira Dal Pozzo, do Programa de Pós-Graduação em Geografia. Os trabalhos foram presididos pela Profª Drª. Maria Encarnação Beltrão Sposito,do Departamento de Geografia da FCT/Unesp, atuando como Orientadora do Doutorando.

Os demais integrantes da Banca Examinadora foram os seguintes docentes: Drª Eda Maria Goes e Dr. Nécio Turra Neto, ambos componentes do Departamento de Geografia da FCT/ Unesp – Presidente Prudente – SP; Dr. Igor de França Catalão, da Universidade Federal da Fronteira do Sul /UFFS e Dr. Oscar Alfredo Sobarzo Miño, do Departamento de Geografia de Itabaiana/Universidade Federal de Sergipe/UFSE.

O tema desenvolvido pelo Doutorando versou sobre “Fragmentação socioespacial em cidades médias paulistas: os territórios de consumo segmentado de Ribeirão Preto e Presidente Prudente – SP”.

Na abertura, uma citação do período em que se tomou por base a avaliação do desenvolvimento dessas duas cidades do interior de São Paulo: entre o inicio do século XX até meados da década de 70 em que a estruturação das cidades médias e de padrões metropolitanos paulistas baseou-se, preponderantemente na diferenciação socioespacial do tipo “centro – periferia” e na segregação imposta, que contribuiu para reforçar a tendência de ocupação da periferia pelos mais pobres.

Acentua o Doutorando:”Com a implantação e ocupação dos espaços autosegregados e áreas centrais na periferia dos espaços urbanos, evidenciaram-se as primeiras dinâmicas, envolvendo o processo de reestruturação das cidades, como: expansões territoriais que tenderam a diversificar os conteúdos da periferia. Porém, acompanhadas de rupturas mais significativas com a continuidade territorial; novas práticas espaciais reveladoras da segmentação do consumo do espaço urbano; alterações qualitativas no contexto das relações socioespaciais entre os citadinos”.

Nos tópicos finais, diz Clayton Ferreira Dal Pozzo: “No plano da negação do direito à diferença, a fragmentação socioespacial potencializa a manutenção das iniqüidades socioespaciais e, conseqüentemente, a desvalorização da cidade como unidade territorial. A pesquisa realizada em Presidente Prudente e Ribeirão Preto (duas cidades médias paulistas) ressaltam aspectos pormenorizados desses processos” – concluiu.

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Na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente- SP, o candidato Clayton Ferreira Dal Pozzo se apresenta perante a Comissão Examinadora para defesa de tese de Doutorado/Geografia.

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Para desenvolver sua defesa pública no dia 31 de Julho de 2015 no Anfiteatro VI, o Doutorando teve como sua Orientadora a Profª Drª.Maria Encarnação Beltrão Sposito, do Departamento de Geografia da FCT/Unesp.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

ago 04

No dia 31 de Julho/14hs, o candidato José Aparecido Lima Dourado, do Programa de Pós-Graduação em Geografia defendeu tese de Doutorado no Anfiteatro II, tendo como Orientador e Pres. da Banca Examinadora, o Prof.Dr. Antonio Thomaz Junior, do Departamento de Geografia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente- SP. Tema: “Das terras do sem-fim aos territórios do agrohidronegócio: conflitos por terra e água no Vale do São Francisco/BA”.

Integraram a Banca, além do Orientador já citado, os seguintes membros docentes: Dr.Carlos Alberto Feliciano, do Departamento de Ciências Geográficas da Universidade Federal de Pernambuco/UFPE; Drª.Sônia Maria Ribeiro de Souza, do CEGEt/CETAS; Dr.Marcelo Rodrigues Mendonça, da Universidade Federal de Goiânia e Drª.Guiomar Inez Germani, do Departamento de Geografia, da Universidade Federal da Bahia/UFBA.

No início da tese, o Doutorando afirma que as políticas públicas voltadas para o fomento à irrigação no nordeste brasileiro promoveram ao longo das ultimas quatro décadas, profundas transformações no espaço agrário da região semiárida. Inseridos no contexto da modernização conservadora da agricultura, os projetos de irrigação criados pelo Departamento Nacional de Obras contra as secas (DNOCS) e Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco e Parnaiba, transformaram-se na mola propulsora para o desenvolvimento econômico regional, estando em muitos casos atrelados ao grande capital e aos interesses e organismos externos, como é o caso da Política Agrícola Comum/PAC Europeia.

José Aparecido acrescenta que investimentos públicos em obras de infraestrutura hídrica, terras férteis, oferta de mão-de-obra e condições climáticas favoráveis, possibilitaram a territorialização do agronegócio no Vale do Rio São Francisco, transformando a região “California brasileira”, com diversos projetos de irrigação em fase de produção, implantação ou em estudo. Com os investimentos públicos, ocorreu a valorização e especulação das terras à Margem do “Velho Chico”, com destaque para as regiões do médio e submédio São Francisco, onde estão localizados os Projetos de Irrigação Baixio de Irecê e Salitre, considerados duas “transposições baianas”, em função dos volumes de água requeridos para a implantação desses empreendimentos.

Em continuidade à tese, diz o Doutorando: “A criação desses perímetros irrigados provocou a desterritorialização e o desterreamento de centenas de famílias camponesas, que ao longo da história, vivenciaram distintos processos desterritorializantes em função das ações do Estado (construção da Barragem de Sobradinho) e da grilagem de terras nos vales dos rios Verde e Jacaré. Ou ainda: em função da desapropriação de terras para fins sociais. Esses novos arranjos têm ocasionado conflitos pela terra e pela água, por parte dos camponeses caatingueiros, que têm assumido as trincheiras do enfrentamento ao grande capital e cujas ações apresentam-se ricas em conteúdo político na luta anticapital, sendo fundamentais para a construção das (Re)Existências e dos espaços da esperança”.

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Perante a Comissão Julgadora, tendo como Orientador o Prof.Dr.Antonio Thomaz Júnior, do Deptº de Geografia da FCT/Unesp, José Aparecido Lima Dourado defendeu tese de Doutorado/Geografia.

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A defesa pública de tese de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Geografia, foi desenvolvido no Anfiteatro II da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente -SP.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

ago 02

Desde o começo do ano vem alcançando ampla repercussão no Brasil e em todos os países da América Latina, o Livro “Agriculturas campesinas em Latinoamerica: propostas e desafios”, que foi produzido pelo Conselho Latinoamericano de Ciências Sociais. Trata-se de uma publicação que constituiu lançamento da Agência FAPESP, disponível para download gratuito pela Internet, tendo a participação dos Profs.Drs. Bernando Mançano e Antonio Thomaz Junior, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”) – Câmpus de Presidente Prudente – SP.

O movimento de territorialização, desterritorialização e reterrioralização de trabalho no Brasil, consoante sua própria dinâmica geográfica, nos permite compreender a realidade das famílias trabalhadoras (camponesas), dos incontáveis contingentes de trabalhadores (as) saídos dos centros urbanos. São eles que carregam formações e conteúdos socioculturais distintos, mas que especificam o conflito de classes e criam/constroem em seu interior, os territórios de resistências. São declarações do Prof.Dr.Antonio Thomaz Junior. Foi ele quem escreveu o artigo: “Movimento territorial do trabalho no campo e da classe trabalhadora”, no qual aborda as mudanças que têm ocorrido no âmbito do trabalho do campo, desde a década de 1980.

O Pesquisador (Thomaz Jr.), coordena o Projeto Temático “Mapeamento e análise do território do agrohidronegócio canavieiro no Pontal do Paranapanema” – São Paulo – Brasil. Relações do trabalho, conflitos e formas de uso da terra, da água e da saúde ambiental com o apoio da FAPESP. No artigo: “Quando a agricultura familiar é campesina”, Bernardo Mançano Fernandes destaca a importância estratégica da agricultura camponesa. Para garantir a soberania alimentar, analisando como a produção técnica no setor é influenciada e influencia as políticas de desenvolvimento territorial no campo.

Contribuindo para o desenvolvimento

Diante da repercussão que o livro vem alcançado em todo o continente – e até nos países da Ásia e Europa – perguntamos ao Prof.Dr.Bernardo Mançano Fernandes se a obra está trazendo alguma contribuição ao desenvolvimento; e ele foi categórico: “Eu creio que sim. A gente fez com esse objetivo. Mas é um processo de longo prazo que pode demorar de 10 a 20 anos. O fruto não vem na hora. A repercussão está sendo positiva. Estou vendo por parte das pessoas que leram e opinaram, que os comentários são positivos. Mas a nossa expectativa é que isso sirva como referência para que o Governo passe a valorizar a agricultura camponesa. Essa é a nossa expectativa”.

Mançano admite que já deu sua contribuição; e à medida que o Governo vai lendo esse livro (Agriculturas campesinas) vai enxergar melhor a realidade brasileira. Se pegarmos a experiência do Programa Nacional de Alimentação Escolar/PINAI, é exemplo que temos no país e pode melhorar a vida de milhares ou milhões de famílias mediante entrega nas escolas. É um mercado fabuloso, com comida boa e de qualidade, ao invés de produtos importados. Nesse sentido, estamos propondo desenvolvimento, fortalecendo a economia local e as comunidades.

Em continuidade, o Prof.Dr.Bernardo Mançano Fernandes reconhece que estamos passando por um momento que é fundamental: investir e reconhecer a importância de nossa economia doméstica, da população e da terra; e fazer esses dois trabalharem em prol do país. Não ficar importando soja e trazendo empresas, corporações e gente de fora em detrimento de nossa comunidade, com pessoas sem terra e sem trabalho.

Política de valorização agrícola

Antes de concluir sua entrevista, o Professor Mançano falou sobre a Política de valorização agrícola e enfatizou que “a Unesp tem uma tradição nisso. Na vida toda fez isso. É a principal Universidade do Brasil e da América Latina que hoje investe nesse tipo de estudo. A Instituição tem um conjunto de cursos, de teses e pesquisadores que sempre trabalharam nisso. Essa é a nossa tradição”.

Para arrematar – em relação ao novo livro – perguntamos: Trabalho avaliado e aprovado? Resposta: Com certeza. Estamos tendo um retorno positivo. Mas o que nós queremos, não é só esse retorno das pessoas que falam que gostaram do artigo. “O que nós queremos é a criação de políticas públicas para o desenvolvimento” – finalizou.

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Esta é a mais recente e atualizada publicação dedicada à Agricultura Camponesa no continente. Editada em Espanhol, reúne importantes trabalhos elaborados por dois Professores da FCT/Unesp – Presidente Prudente – SP.

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O Prof.Dr.Antonio Thomaz Junior e o Prof.Dr.Bernardo Mançano Fernandes – da FCT/Unesp – são os autores deste livro (editado em Quito – Equador), lançado no início do ano com ampla repercussão e disponibilizado para Dowload gratuito.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

jul 30

Nos dias 22 e 24 de Julho, na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente – os candidatos Jonas Antonio Padovani Ederli, do Programa de Pós-Graduação em Matemática Aplicada e Computacional e Júlio César Barrios, do PROFMAT defenderam dissertações de Mestrado. Os Orientadores (que também presidiram os trabalhos), foram: o Prof.Dr.Marcos Tadeu de Oliveira Pimenta e o Prof.Dr. Suetônio de Almeida Meira, ambos, integrantes do Departamento de Matemática e Computação da FCT/Unesp.

As sessões de apresentação e defesa pública, ocorreram no Anfiteatro 7/14hs do dia 22 e Anfiteatro 6 do dia 24/10hs respectivamente. Integrando as Comissões Julgadoras, juntamente com os Orientadores já citado, os docentes: Prof.Dr.Messias Meneguette Júnior, do Departamento de Matemática e Computação da FCT/Unesp e o Prof.Dr. Giovany de Jesus Malcher Figueiredo, da Pós-Graduação em Matemática, da Universidade Federal do Pará/UFPA.

O tema desenvolvido pelo candidato ao Mestrado de Matemática (Jonas Antonio Padovani Ederli), versou sobre “Existência e concentração de soluções para uma equação de Schrödinger estacionária”. Júlio César Barrios em sua defesa de dissertação de Mestrado/PROFMAT escolheu e desenvolveu o tema: “Uma abordagem do Método Gráfico e do Método Simplex na resolução de problemas de otimização”.

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O Mestrando Jonas Antonio Padovani Ederli se apresentou para sua defesa de dissertação de Mestrado/Matemática Aplicada e Computacional perante à Comissão Examinadora, no Anfiteatro 7 no dia 22/Julho.

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Júlio Cesar Barrios defendeu sua dissertação de Mestrado/PROFMAT, dia 24/Julho no Anfiteatro 6 da FCT/Unesp, tendo como Orientador o Prof.Dr.Suetônio de Almeida Meira, do Deptº de Matemática e Computação.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

jul 30

O Programa de Pós-Graduação em Geografia da FCT/Unesp realizou no dia 27 de Julho no Auditório II, sessão especial de defesa de tese de Doutorado, desenvolvida pela candidata Priscila Varges da Silva. O Orientador (que também presidiu os trabalhos), foi o Prof.Dr.Edson  Luis Piroli, da Unesp – Câmpus de Ourinhos/SP  -  O tema avaliado e aprovado, intitulou-se: “Água, paisagem e turismo: A experiência turística e a natureza na bacia do Rio Formoso, em Bonito-MS”.

Fizeram parte da Comissão Examinadora – além do Orientador – os seguintes docentes: Dr.Antonio Cezar Leal, do Departamento de Geografia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Presidente Prudente – SP; Drª. Rosângela Custódio Cortez Thomaz, da Coordenadoria  de  Curso de Turismo, da Unesp/Unidade Rosana – SP; Dr. André Luiz Pinto, do Departamento de Ciências Humanas e Dr. Marçal Rogério Rizzo, ambos, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/UFMS.

Na defesa de tese, a Doutoranda Priscila Varges da Silva ressaltou a importância atribuída ao Turismo, que se utiliza da natureza e da cultura como matéria-prima e elemento de atração, sendo que em diversos destinos turísticos, os recursos hídricos são os principais elementos de potencialidade. A bacia do Rio Formoso é a principal bacia hidrográfica do município de Bonito e grande parte dos seus atrativos turísticos relacionados à água estão nela inseridos.

Priscila acentua que “a metodologia utilizada para a realização da pesquisa foi baseada em revisão bibliográfica e discussão teórica; elaboração e análise de mapas da bacia; análise da água nos atrativos turísticos; aplicação e análise de entrevistas com turistas que visitaram a localidade, realizando passeios em quinze pontos pesquisados.

Finalizando a tese, diz a Doutoranda:”Nos resultados  foi constatado que a água exerce um poder de atração; e a transparência da água é um dos principais atrativos de Bonito, que nas áreas onde o turismo se desenvolveu, houve recomposição da mata ciliar. Diferentemente de outras localidades da bacia e que as características da água, indicam que é uma água de qualidade para a balneabilidade”.

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A candidata Priscila Varges da Silva se apresentou no Anfiteatro II da FCT/Unesp no dia 27/Julho às 14hs para sua defesa pública de tese de Doutorado em Geografia, tendo como Orientador o Prof.Dr. Edson Luis Piroli, da Unesp/Ourinhos – SP.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

jul 29

No último dia 24/Julho no Anfiteatro VI da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente – foi desenvolvida mais uma tese de Doutorado/Geografia, pela candidata do Programa de Pós-Graduação, Juliana Grasiéli Bueno Mota. O Orientador foi o Prof.Dr.Clifford Andrew Welsch, do Departamento de História da Universidade Federal de São Paulo/UFSP, que também presidiu os trabalhos junto à mesa.

Atuação da Comissão Examinadora, constituída dos seguintes docentes: Prof.Dr.Francisco Luciano Concheiro Bórquez, do Departamento de Produción Económica/ Universidad Autonoma Metropolitana Unidad Xochimilco; Prof.Dr.Bernardo Mançano Fernandes, do Departamento de Geografia da FCT/Unesp – Presidente Prudente – SP; Prof.Dr.Jonis Dari Goettert, da Faculdade de Ciências Humanas , da Universidade Federal da Grande Dourados/MS e Prof.Dr.Tércio Turra Neto, do Departamento de Geografia da FCT/Unesp – Presidente Prudente –SP.

O tema escolhido para essa defesa pública de Doutorado recebeu a denominação: “Territórios, Multiterritorialidades e Memórias dos Povos Guarani e Kaiowá: Diferenças geográficas e as lutas pela dês-colonização na reserva indígena e acampamentos –Tekoha – Dourados/MS. Em princípio, a Doutoranda procurou demonstrar as diferenças geográficas entre Reserva Indígena e Acampamentos-tekoha no município de Dourados. Depois, através de uma abordagem conceitual de território, houve diálogos com as categorias nativas para demonstrar os períodos equivalentes ao “antes” e o “depois”.

Juliana explica:”Para isso, analisamos o impacto do colonialismo nas relações interétnicas, tanto dentro da Reserva – criada pelo Serviço de Proteção ao Índio/SPI – cuja política indigenista era pautada em civilizar os índios, quanto fora dela nos Acampamentos-tekoha Apika’y, Pacurity, Ñu Porã, Ñu Veran e Boqueron, os quais, se constituíram por meio das lutas pela descolonização que se efetivam nas estratégias para a retomada de seus territórios étnicos ancestrais; lutas que exprimem a rebeldia desses povos à condição de Reserva”.

A Doutoranda prossegue:”Defendemos que as diferenças geográficas entre esses territórios não surgem apenas pelas feições materiais do espaço geográfico. Mas, sobretudo pelas diferenças sempre complexas, presentes nos processos de dês-territorialização – a multiterritorialidade – de construção e destruição de territórios, nas conexões e desconexões que perpassam as tramas étnico-identitárias, as narrativas, memórias, estratégias cotidianas de resistências de resistências”.

O diálogo com os povos Guarani e Kaiowá foi possível a partir de duas metodologias realizadas em trabalhos de campo: a observação participante e entrevistas em profundidade, decorrente de constante contato e das reflexões e inquietações sobre a importância do trabalho de campo na Geografia. Pensando a partir da sua interface com a Antropologia. Concluindo afirma Juliana: “Todo o esforço que empreendemos para compreender um pouco mais, sobre a realidade desses povos, percorreu o desafio de repensar e imaginar não somente os povos indígenas na sociedade brasileira, mas contribuir para as múltiplas formas de imaginar o espaço da Geografia, que nesta tese o imaginamos a partir das Cosmogeografias Guarani e Kaiowá”.

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A candidata Juliana Grasiéli Bueno Mota se apresentou perante a Comissão Examinadora para sua defesa de tese de Doutorado/Programa de Pós-Graduação em Geografia, da FCT/Unesp – Presidente Prudente/SP.

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O tema desenvolvido pela Doutoranda versou sobre questões indígenas: ”Territórios, Multiterritorialidades e Memórias dos Povos Guarani e Kaiowá”. Orientador: Prof.Dr.Cliford Andrew Welch, da UFSP.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

jul 27

A Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente – realizou nos dias 23 e 24 de Julho), um Workshop para Gestão Cadastral, prestigiado por representações de várias regiões de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul. Ao todo foram 160 participantes, entre os quais docentes, profissionais, alunos e ex-alunos de graduação e pós-graduação em Engenharia e Ciências Cartográficas. O evento teve seu encerramento na 6ª feira – dia 24 – por volta das 12h30, após a realização de uma mesa redonda. Tema: “Inovação tecnológica e a construção de GeoPortais para a Gestão Cadastral”, envolvendo representantes da UNICENTRO(Guarapuava), UEMS (Dourados),UNEMAT (Colider) e FCT/UNESP (Pres.Prudente).

O ato que marcou a abertura do Workshop realizado no Auditório/Disc.V teve a coordenação do Prof.Dr. Amilton Amorim, do Departamento de Cartogafia, seguindo-se o pronunciamento do Vice-Diretor da FCT/Unesp, Prof.Dr.José Carlos Silva Camargo Filho. Depois, falaram: o representante do Prefeito Milton Carlos de Mello, Engº Laércio Alcântara (Secretário de Planejamento do município) e o Chefe do Departamento de Cartografia, Prof.Dr.Maurício Galo. Seguiu-se a conferência internacional, a cargo do Prof.Dr.Rui Pedro Julião, da Universidade Nova de Lisboa, com o tema: “Infraestrutura de Dados Espaciais (IDE) e Gestão Cadastral”.

No período da tarde, realizou-se Mesa Redonda, abordando a questão de inovação tecnológica: ‘’O que a Prefeitura ganha com isso?”. Nos debates, participação de representantes de Presidente Prudente/SensorMap (Dr.Roberto da Silva Ruy), São José dos Campos/GeoPixel (MsC Fernando Leonardi) e Curitiba/UFPR (Prof.Dr.Daniel R.dos Santos). Atuou como Moderador, o Prof.Dr.Amilton Amorim. Houve posteriormente mostra de trabalhos executados em Prefeituras de Campo Grande/Ms (Wilson Brasil) e Campinas/SP (Daniela Scarassati).

Na programação alusiva ao encerramento do Workshop – incluindo a mostra de trabalhos – foram desenvolvidas diversas atividades a partir das 8h00, que envolveram representações da UFPR/Curitiba, UNESP (Prof.Dr.Guilherme H.B.de Souza), de Rosana, com Cadastro 3D; UNEMAT (Prof.Dr.Marcelo L.Hotzschuh), de Colider – Modelagem de Banco de Dados 3D, UEMS (Profª.Drª.Gláucia G.Sass), de Dourados – Análise Espaço – Temporal a partir de Dados Cadastrais.
Foi muito importante a atuação dos docentes convidados, e especialmente designados para atuar nesse evento que correspondeu à expectativa geral, sob todos os aspectos e pontos de vista.

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A Abertura do Workshop foi feita pelo Coordenador, Prof. Dr. Amilton Amorim, tendo ao lado o Vice-Diretor da FCT/Unesp, Prof.Dr.José Carlos Silva Camargo Fº e o Chefe do Deptº de Cartografia, Prof.Dr.Maurício Galo.

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O principal convidado deste evento foi o Prof.Dr.Rui Pedro Julião, da Universidade Nova de Lisboa, que ministrou a conferência inicial. Ele e o Auditório foram saudados pelo representante da Empresa Junior, EJECart e pelo Coordenador do evento.

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Docentes, profissionais, alunos e ex-alunos de graduação e pós-graduação em Engenharia Cartográfica e Ciências Cartográficas compareceram e acompanharam com toda a atenção a conferência do Prof.Dr.Rui Pedro Julião.

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– O número de inscrições de pessoas interessadas na conferência e realização do Workshop nos dias: 23 e 24 de Julho, foi de aproximadamente 160 participantes. Aqui, aspectos parciais do público que prestigiou o evento.

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Aqui se pode avaliar a importância que o Workshop despertou, considerando principalmente o tema desenvolvido em cada período, de forma especial no que se relaciona às soluções inovadoras para Gestão Cadastral.

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Quando o tema em debate tem importância, aumenta também o interesse do público, como aqui se observa. Todos que vieram até esse Auditório da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp, demonstraram satisfação.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

jul 27

Cumprindo extensa programação que começou na última 2ª feira (20/Julho) e encerramento na 6ª feira, a FCT/Unesp – Câmpus de Presidente Prudente – promoveu no Centro Cultural Matarazzo, a 60ª Reunião da RBRAS (Região Brasileira da Sociedade Internacional de Biometria), juntamente com o 16º Simpósio de Estatística. O número de inscritos para participação nos dois eventos surpreendeu, chegando a 450 no total e 295 trabalhos cadastrados, dos quais 265 foram selecionados para apresentação.

A abertura no Teatro Paulo Roberto Lisboa, reuniu – além de docentes e estudantes – destacadas personalidades da cultura, ciência e tecnologia. Dentre outros, o Prof.Dr.John Hinde, Presidente da Internacional Byometric Society (IBS), do Reino Unido; Prof.Dr.Paulo Justiniano Ribeiro Júnior, Presidente da Região Brasileira/RBRAS e Profª.Drª.Vera Lúcia Damasceno Tomasella, Presidente da Associação Brasileira de Estatística/ABE.

O ato de abertura foi presidido pelo Vice-Diretor da Faculdade de Ciências e Tecnologia, Prof.Dr.José Carlos Silva Camargo Filho, que anunciou a execução do Hino Nacional Brasileiro, seguido de pronunciamentos. A Profª.Drª.Aparecida Donizete Pires de Souza, falou em nome do Departamento de Estatística da FCT/Unesp. A palestra principal “A Medley of Mixtures” foi pronunciada (em inglês) pelo Presidente da Sociedade Internacional de Biometria, Prof. Dr. John Hinde, com apresentação do cerimonialista Walmir César Caldeira, da Seção de Apoio ao Ensino e Pesquisa/SAEPE, da FCT/Unesp.

As palavras da Professora Aparecida foram de cumprimentos e agradecimentos a todos os integrantes da mesa e em especial ao Centro Cultural Matarazzo pelo espaço cedido para a realização do evento. Aos pesquisadores nacionais e internacionais e a todos aqueles que submeteram seus trabalhos em formato oral ou pôster. À Comissão científica – com destaque ao Prof.Dr.Hélio Migon – Coordenador Científico do evento; às Comissões Organizadoras dos minicursos e sessões temáticas.

Os agradecimentos foram extensivos à Comissão Organizadora Geral, envolvendo o Conselho Diretor da RBRAS e Comissão local (em particular aos Professores Mario Tarumoto e Vilma Tachibana), bem como, o apoio da Empresa Júnior de Estatística e alunos que estão auxiliando na organização. Em especial: destaque para Marcelo Fernandes, Tamara Marmore e Fernanda Hess, autoras da Arte do Cartaz, Folder e capa do Livro. Também a Secretária Giuliana Felício, pelo empenho nas tarefas realizadas.

Finalmente – disse a Profª.Drª.Aparecida Donizete Pires de Souza – gostaria de informar que tivemos aproximadamente 450 participantes, 295 trabalhos submetidos, dos quais, 265 foram aceitos. Em nome da Comissão Organizadora e do Departamento de Estatística, desejo a todos, que o evento seja produtivo e que a semana em Presidente Prudente seja excelente.

A importância desses eventos

No ato de apresentação realizando no Centro Cultural Matarazzo (Teatro Paulo Roberto Lisboa), o cerimonial ressaltou a importância dos dois eventos que a cidade de Presidente Prudente sediou no decorrer da última semana, entre 20 a 24 de Julho. “A RBRAS e o SEAGRO representam os principais Congressos Brasileiros de Estatística Aplicada à Biometria e à Experimentação Agronômica” – acentuou o titular do SAEPE, Walmir César Caldeira.

O objetivo deste evento é o de reunir pesquisadores de todas as áreas, que empregam a Estatística na tomada de decisões para discutir processos inovadores em estatística e análises de dados e formas de ampliação do acesso ao conhecimento estatístico, promovendo intercâmbios multidisciplinares. A Sociedade foi fundada no dia 08 de Julho de 1955 (portanto há 60 anos) e está incluída entre as mais tradicionais sociedades científicas do Brasil.

A RBRAS é uma Sociedade Internacional de caráter científico e cultural, sem fins lucrativos; e representa uma das regiões da The International Biometric Society (IBS), direcionada aos pesquisadores que trabalham com os aspectos Matemáticos e Estatísticos das pesquisas desenvolvidas em Biologia, Medicina, Ecologia, Análise de Riscos, Geografia, Agronomia, Economia e áreas afins.

O tema geral desta Edição consiste em “A Estatística e os novos desafios: Tratamento e modelagem da informação”, com rica programação envolvendo Pesquisadores do Brasil e do Exterior. A RBRAS procura estimular as atividades de pesquisa de seus sócios, incentivando-os e apoiando eventos científicos. A primeira reunião da RBRAS ocorreu em Janeiro de 1956. A partir de 1985 – nos anos ímpares – as reuniões dessa instituição passaram a ser realizadas conjuntamente com o SEAGRO. Em 2015, esse evento conjunto sediado em Presidente Prudente foi desenvolvido especialmente para a comemoração da 60ª RBRAS.

A maior movimentação científica

No período compreendido entre 20 e 24 de Julho, a cidade de Presidente Prudente registrou a maior movimentação científica que se tem notícia até hoje. Em decorrência de um período equivalente a cinco dias, a 60ª Reunião RBRAS da Sociedade Internacional de Biometria reuniu cientistas da maior expressão, participando ativamente do evento com 14 conferências, dezenas de minicursos, sessões temáticas, vídeo conferência, sessão pôster e mesas redondas.

As conferências, começando pelo Presidente John Hinde, da Sociedade Internacional de Biometria e representante da National University of Ireland, envolveram também outros nomes famosos, como: Sujit K.Glosh, da NC State University & SAMSI/USA; Martin S.Ridout, da University of Kent/USA; Lurdes Inoeu, da University of Washington/USA; Eliane Rodrigues, da Univesidade Autônoma do México; John W.Emerson, do Deptº de Estatística Yale University/ USA, todos do exterior.

A nível de Brasil, aqui estiveram representações de inúmeras instituições, como: Dani Gamerman, da UFRJ; Leonardo Bastos, da Fundação Osvaldo Cruz; Marcos Prates, da UFMG; Luiz A.Milan, da UFSCar; Renato M.Assunção, da UFMG; Júlio M.Singer, do IME/USP. No encerramento 6ª feira (24/Julho), as duas últimas conferências por Thaís Cristina de Oliveira Fonseca, da UFRJ e Paulo C.Rodrigues, da UFBA.

Nos minicursos ministrados durante o período, participação direta e eficiente de representações da USP, ESALQ/USP, EMBRAPA, PUC/RIO, UFLA, UFPR, UNB, UFSCar, UFMG, UFRJ, UFPel, IME/USP, UNIFAL, IP/USP, FMRP, IP/USP,CCE/UEL, CCE/UFAC, DES/UEM, UFABC, Fundação Osvaldo Cruz e Universidade Carlos III/Madrid.

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No Teatro Paulo Roberto Lisboa (Centro Cultural Matarazzo) foram sediados 2 grandes eventos científicos: a 60ª Reunião RBRAS (Sociedade Internacional de Biometria) e 16º Simpósio de Estatística, da FCT/Unesp-2015.

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– O ato de abertura foi presidido pelo Vice-Diretor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente – Prof.Dr. José Carlos Silva Camargo Filho e prestigiado por importantes personalidades.

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Na mesa de abertura dos trabalhos presença honrosa do representante da Sociedade Internacional de Biometria e representante da National University of Ireland, Prof.Dr. John Hinde, que ministrou a 1ª conferência.

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O cerimonial foi conduzido pelo titular do SAEPE, Walmir César Caldeira que anunciou todos os lances programados para o ato de abertura, incluindo a apresentação em inglês do 1º conferencista, Prof.Dr. João Hinde.

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A Profª.Drª.Aparecida Donizete Pires de Souza, na condição de representante do Departamento de Estatística, fez seu pronunciamento agradecendo a todos que se empenharam na realização desses dois eventos.

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O número de participantes surpreendeu: mais de 400, dos quais se produziu um número bastante significativo de trabalhos científicos: 295. Desse montante, 265 foram apresentados, o que representa excelente resultado.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

jul 22

No Anfiteatro III do Departamento de Educação Física da FCT/Unesp, o candidato Eduardo Zapaterra Campos defendeu tese de Doutorado na última 6ª feira (17 de Julho). A sessão especial teve como Presidente e Orientador, o Prof.Dr.Marcelo Papoti, da Escola de Educação Física e Esporte da USP/Ribeirão Preto-SP, realizou-se no período da tarde, com afluência de público representado por amigos e colegas do Doutorando. Foi uma defesa pública de tese do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Motricidade, desenvolvida junto à Unesp de Rio Claro-SP.

Também fizeram parte da mesa, como integrantes da Comissão Examinadora – além do Orientador já citado – os seguintes membros: Prof.Dr.Gustavo Gomes de Araujo, da Universidade Federal de Alagoas; Prof.Dr.Paulo Roberto Pereira Santiago e Prof.Dr.Adelino Sanches Ramos Silva, ambos, da Escola de Educação Física e Esporte da USP/Ribeirão Preto e Prof.Dr. Júlio Wilson dos Santos, do Departamento de Educação Física da UNESP/ Bauru – SP. O tema escolhido foi:”Determinação do máximo déficit acumulado de oxigênio de nadadores por meio da técnica de retro extrapolação”.

Na defesa pública de sua tese, o Doutorando abordou com riqueza de detalhes, aspectos relados à necessidade de otimização dos métodos de determinação da capacidade anaeróbica, ressaltando: “O objetivo da presente tese de Doutorado foi validar a avaliação do déficit acumulado de oxigênio (AOD), por meio da técnica de retroestrapolação. Para isso, 25 nadadores foram avaliados e quatro trabalhos foram desenvolvidos. Onze nadadores realizaram esforço máximo de 400 m e protocolo incremental para determinar ambas variáveis” – acentuou.

Depois, o candidato ao Doutorado frisou que o 3º estudo teve por objetivo verificar a possibilidade de se estimar a Aer apenas pelo uso da AOD Red e seis nadadores foram submetidos a um esforço máximo de 400 m com snorqujel. O 4º estudo objetivou testar a reprodutividade e a validade (AOD Red) em nado livre (ie retro extrapolação). Para isso, oito sujeitos realizaram dois esforços de 400 m sem snórquel separados por uma semana.

Posteriormente, seis atletas realizaram tanto um esforço de 400 m livre, como o protocolo de AOD convencional com snórquel. Além disso, a utilização do snórquel limita a velocidade do atleta, reduzindo o valor de AOD. Sugere-se a utilização do AOD Red em nado para avaliar a capacidade anaeróbica de nadadores – concluiu o defensor da tese de Doutorado, Eduardo Zapaterra Campos.

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Perante a Comissão Examinadora reunida no Anfiteatro III do Departamento de Educação Física da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp/Pres.Prudente, Eduardo Zapaterra Campos defendeu sua tese de Doutorado.

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Amigos e colegas do Doutorando, compareceram para prestigiá-lo em sua defesa de tese de Doutorado, que teve como Orientador o Prof.Dr. Marcelo Papoti, da Escpola de Educação Física e Esporte da USP/Ribeirão Preto.

NA SALA DE VÍDEOCONFERÊNCIA MAIS UMA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM EDUCAÇÃO

Na manhã de 6ª feira (dia 17 de Julho), verificou-se na Sala de vídeoconferência da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente /SP – mais uma defesa pública de dissertação de Mestrado/Programa de Educação, pela candidata Juliane Francisqueti Martins Motoyama. Como Orientador e na presidência dos trabalhos, o Prof.Dr. Odilon Helou Fleury Curado, do Departamento de Linguística da Faculdade de Ciências e Letras de Assis – SP.

O tema desenvolvido pela Mestranda versou sobre “Escrita e Liberdade: as relações de causa e consequência na expressão discente”, que ela defendeu muito bem, tendo por objetivo principal investigar de que modo o ensino das relações de causa e consequência ajuda as crianças do 6º ano do Ensino Fundamental no processo de construção do texto escrito.

Na composição da mesa que dirigiu os trabalhos como integrante da Comissão Examinadora, a Profª. Drª.Renata Junqueira de Souza, do Departamento de Educação da FCT/Unesp e “On line”, a Profª.Drª. Stela Miller, do Departamento de Didática da Faculdade de Filosofia e Ciências, de Marília/SP.

Para o levantamento dos dados – segundo relato da candidata Juliane Francisqueti Martins Motoyama – foi lançada mão de diferentes instrumentos, sendo estes: uma análise documental da escrita de três partícipes, que freqüentaram todos os encontros(antes e após a oficina de produção textual), além da observação dos apontamentos feitos pelos discentes, durante a entrevista reflexiva semidirigida.

A análise final foi desenvolvida a partir da triangulação de dados, tendo a escrita dos estudantes como o principal objeto de observação, cruzando esse material com informações obtidas nas entrevistas e observações realizadas durante a oficina, a fim de se chegar a uma conclusão. Os resultados demonstram que a partir da tomada de consciência das relações de causa e conseqüência do gênero textual conto, os estudantes aprimoram a construção dialógica de sua escrita – concluiu.

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A candidata do Programa de Educação da FCT/Unesp, Juliane Francisqueti Martins Motoyama fez sua defesa pública de dissertação de Mestrado perante à Comissão Examinadora, na Sala de Videoconferência.

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O Orientador foi o Prof.Dr.Odilon H.Fleury Curado. No vídeo, a Profª.Drª.Stella Miller; e ao lado, a Profª.Drª.Renata Junqueira de Souza.Também, uma foto geral de todos os presentes no final da defesa de dissertação/Mestrado.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

jul 20

Neste mês de Julho de 2015, o curso de Engenharia Cartográfica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp está comemorando seus 38 anos de implantação na cidade de Presidente Prudente e a Pós-Graduação em Ciências Cartográficas 18 anos. A 1ª. Turma de Formandos de Engenheiros Cartógrafos é de 1982 e foi constituída por 33 ex-alunos (pioneiros). Agora o próximo objetivo será a comemoração dos 40 anos, prevista para 2017. Para isso já começam os preparativos com vistas à essa importante celebração.

É importante frisar que nesse espaço de tempo de 38 anos, passaram pela Instituição aproximadamente 700 formandos; dentre os quais profissionais renomados, ocupando importantes funções nas instituições e empresas especializadas, no Brasil e no Exterior. De acordo com dados coletados pelo Prof.Dr.Mauro Issamu Ishikawa – Coordenador do curso de graduação de Engenharia Cartográfica da FCT/Unesp – o número de alunos formados é de 676 e outros 235 estão matriculados atualmente. O curso conta com 45 docentes, dos diversos Departamentos de Ensino da FCT, sendo que 17 deles são integrantes do Departamento de Cartografia.

Alunos formados atuam em grandes empresas públicas ou privadas, como: IBGE, PETROBRAS, IBAMA, INCRA, POLÍCIA FEDERAL, MARINHA, AERONÁUTICA e outras Instituições. No ano passado, o curso recebeu como atribuição 4 Estrelas, conforme avaliação do Guia do Estudante da Editora Abril. Neste ano de 2015, a premiação mais importante foi dada por “MundoGEO#ConnectLatinAmérica/ 2015”, com 4 troféus. Um dos quais atribuído à Engenharia Cartográfica e ou/Agrimensura. Aliás, com justa razão, pois trata-se do único curso de ensino público existente no Estado de São Paulo até hoje.

Trofeu “MundoGEO#ConnectLatinAmérica/2015”

Foi no Centro de Convenções “Frei Caneca” em São Paulo que se realizou o maior evento de Geomática e Soluções Espaciais da América Latina – através do Prêmio MundoGEO#ConnectAmericaLatina/2015 – mediante indicação e escolha da comunidade dos profissionais, instiuições, empresas e marcas de destaque no setor. Para satisfação da comunidade unespiana, a Faculdade de Ciências e Tecnologia liderou a premiação em votação aberta pela Internet; e foi eleita como a melhor instituição de ensino e pesquisa. Da mesma forma, o trofeu principal para premiação do (a) Profissional do Ano – Setor Público de Geotecnologias da Unesp, foi conferido à Professora Doutora Arlete Aparecida Correia Meneguette, da FCT/Unesp.

O curso de Engenharia Cartográfica foi escolhido como o “Melhor do País” e ao mesmo tempo, a EJECart conquistou a premiação de melhor Empresa Junior no setor de Geotecnologias. Como se recorda, também no ano de 2012, a premiação foi atribuída ao Prof. Dr. João Francisco Galera Monico pelo MundoGEO#ConnectLatinAmérica/2012 como “Personalidade do ano no setor de Geotecnologias”.

Numa etapa seguinte, os contemplados tomaram a iniciativa de levar pessoalmente os trofeus conquistados em São Paulo, para entrega ao Diretor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente – Prof. Dr. Marcelo Messias, o que se verificou no dia 03 de Junho de 2015, com as presenças do Coordenador de Curso de Engenharia Cartográfica – Prof. Mauro Ishikawa, a Prof(a) Arlete Meneguette e representantes da EJECart.

Ao receber os laureados, com os troféus conquistados (dois deles entregues pessoalmente), o Prof. Marcelo Messias declarou que a premiação vem coroar todo o trabalho que está sendo desenvolvido pelos docentes e também pelos alunos da FCT/Unesp, bem como a Empresa Junior (EJECart). “Esta é a 1ª vez que ocorre essa premiação, que com certeza absoluta valeu o sacrifício. Como também valeu a formação que os Professores procuram passar aos alunos através do ensino, desenvolvimento de novos conhecimentos e pesquisa de extensão universitária. Essas premiações mostram isso” – enfatizou o Prof. Marcelo.

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O Concurso anual “MundoGEO#Connect/2015”, atribuiu à Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente – nada menos que 4 (quatro) troféus, com ênfase especial no curso de Engenharia Cartográfica, único no Estado há 38 anos.

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O título de “Profissional do Ano” foi conferido à Professora Doutora Arlete Aparecida Correia Meneguette (Setor Público de Geotecnologias), Ela fez parte do pioneirismo como integrante da 1ª turma de Engenharia Cartográfica – a partir de Julho de 1977- formada em 1982.

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Após a realização do ato solene de entrega dos troféus conquistados em São Paulo na noite de 6 de Maio de 2015, outro ato significativo ocorreu em Presidente Prudente, onde os trofeus foram oficialmente apresentados e entregues ao Diretor da FCT/Unesp, Prof.Dr. Marcelo Messias.

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Este foi um ato muito significativo: reuniu docentes e alunos do curso de Engenharia Cartográfica (graduação) e Ciências Cartográficas (pós-graduação), felizes e consagrados no concurso promovido anualmente por “MundoGEO#Connect”, que em 2012 contemplou o Prof.Dr.João F.Galera Monico.

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– Nesta foto (da esquerda para a direita), a Profª Arlete Meneguette; o Diretor, Prof.Dr.Marcelo Messias; o Prof.Dr.Paulo de Oliveira Camargo; o Pres.da EJECart e aluno do 4º ano de Eng.Cartográfica, Maurício Campiteli e a Vice-Pres.da EJECart e aluna do 4º ano de Eng.Cartográfica, Verônica Farias de Ornellas.

A trajetória de um curso

Oficialmente, o Curso de Engenharia Cartográfica da FCT/UNESP teve suas primeiras aulas no mês de Agosto de 1977 no Instituto de Planejamento e Estudos Ambientais/IPEA (sucessor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Presidente Prudente). A Associação Cartográfica Internacional – ACI – reconhecida por todos os países, define Cartografia como sendo o “conjunto de estudos e operações científicas, artisticas e técnicas que tendo por base os estudos das observações obtidas por métodos e processos diretos, indiretos ou subsidiários de levantamento ou da exploração de uma documentação existente, destinam-se à elaboração e preparação de mapas e outras formas de expressão, assim como sua utilização”.

A iniciativa referente à formação de Engenheiros Especialistas em trabalhos cartográficos – revestida evidentemente de roupagens inerentes à cada época – remonta em nosso país a 1875, quando foram realizadas as primeiras tentativas na Escola Politécnica do Rio de Janeiro. A formação de Engenheiros Cartógrafos no Brasil obedece a orientação da ACI sobretudo no que tange aos cursos de graduação, observando três aspectos fundamentais: Coleta de dados; Processamento e Interpretação de dados e Visualização e reprodução das informações. Os cursos de graduação e Pós-Graduação em Ciências Cartográficas na FCT/UNESP contam com um corpo docente da mais alta qualificação.

Alunos pioneiros (Formandos de 1982)

Os pioneiros tiveram atuação marcante e prestaram excelente serviço à formação acadêmica, revelando valores exponenciais para a causa científica e cultural do país. A listagem geral de Professores e Alunos egressos segue em ordem cronológica. Alunos de 1977 que ingressaram no Curso de Engenharia Cartográfica da FCT/UNESP e colaram grau em 1982: Adalto Tadaqui Kanashiro; Ademiro Palmério Custódio; Antonio Carlos Fernandes da Fonseca; Arlete Aparecida Correia Meneguette; Cibeli Regina Ferreira; Darci Pereira de Oliveira; Daubérson Monteiro da Silva; Eduardo Martins de Oliveira; Eliana Batista Nogueira; Eliana Maria Kalil Melo; Fernando Bastos Martinho Jr; Hermes Alves Lira Jr; João Francisco Galera Monico; José Enoé Laperuta; José Milton Arana; José Tadeu Garcia Tommaselli; Júlio Kiyoshi Hasegawa; Luiz Takeo Hara; Luiza Marilac Guazzi; Manoel Fernando Carrara; Marcos de Galles; Margarete Takahashi; Maria Lúcia Ribeiro de Matos; Mauro Maurício Vasquez Beltrão; Mariza Lucia dos Santos; Mauro Issamu Ishikawa; Mônica Modesta Santos Decanini; Nestor Brandão Jr.; Otávio Yassuo Itame; Regina Célia dos Santos; Roberto Lazzarini e Waldir Borges de Oliveira.

Docentes da 1ª.Turma (1977/1982)

Luiz Fernandes Galante; Raul Spera; Tereza Higashi; Antonio de Assis Carvalho; João Carlos Grigoli; Mario Artoni; Cleide Cavichiolli; Carmen Diana Rodrigues Daré; Manoel Carlos Toledo Franco de Godoy; Beatriz Maria Soares Pontes; Wilson Luiz Pretti Hideo Sudo; Paulo Ishimino; Nandamudi Jagan Moharra Rao; Tertuliano Miguel Arêa Leão; Mauro José Tiziano; Ana Maria Corrêa Arêa Leão; José Roberto Mauro; Osvaldo Ari Abib; Marília Barros de Aguiar; Carlos Alberto Penatti; Messias Meneguette Jr.; Miguel Velido Rondon Eduardo Agai Sakimay; Helena Harumi O. Sakamoto; Jair Carlos Romano; José Arnaldo Teixeira Bollina; Helenice Biazi; Mario Matoso Campello; José Hajj; Neuranides Martins Zana; Benjamim Teodoro de Rezende; Vera Ferreira de Almeida; José Moura Notari; Neuranides Martins C. Zana; Paulo César Moura Lopes Krelling; Octavio Montesanti; Ismara Borges S. Figueiredo; Hélio Minoru Watanabe; Sérgo Ribeiro Vicente; João Carlos Rela; Eurosvaldo de Oliveira Ferraz; Ademir Goulart Figueiredo; Márcia Malheiros Bazan; Gilberto José Garcia e Maria de Lourdes F. Garcia.;

Engenheiro Cartógrafo é especialista

A Engenharia Cartográfica é a área da Engenharia que se ocupa da aquisição, processamento, representação e análise da geo-informação nas formas analógica e digital. Assim, o Engenheiro Cartógrafo é um especialista em planejamento, organização, especificação, projeto, orientação, direção e fiscalização das diversas modalidades de levantamentos, do processamento e interpretação dos dados coletados, bem como da representação e reprodução de documentos cartográficos. Nesse sentido, o Curso de Engenharia Cartográfica da FCT/UNESP visa formar profissionais conscientes e aptos a desempenharem suas atividades com qualidade, nas funções de:

  • Planejamento – Definição dos dados a serem coletados e dos recursos e métodos necessários para se atingir os objetivos do mapeamento;
  • Coleta de Dados – Levantamentos geodésicos (posicionamento preciso da região a ser mapeada), topográficos (detalhamento e apoio de campo), batimétricos (determinação do relevo submerso), fotogramétricos (utilização de fotos terrestres, aéreas e espaciais) e por sensoriamento remoto (emprego de dados e imagens obtidas através de sensores);
  • Processamento e Interpretação de Dados – Realização de cálculos matemáticos, modelagem numérica, restituição analógica e digital, classificação de dados multiespectrais; interpretação de fotos e imagens; modelagem de dados geográficos;
  • Representação e Reprodução Cartográfica – Representar nas formas visuais/analógicas ou digitais as informações geográficas, com base nos dados coletados;
  • Análise de Informação – Integrar equipes interdisciplinares em processos de análise ambiental; apoio ao processo de tomada de decisão em planejamento urbano e rural; gerenciamento dos recursos, bens e serviços de forma racional, eficiente e transparente.

O Programa de Pós-Graduação em Ciências Cartográficas (PPGCC) tem como meta a formação de Mestres e Doutores com alta capacidade de ensino e pesquisa na área de Ciências Cartográficas e correlatas. Assim como formar Pesquisadores para atuar em empresas públicas ou privadas.

Um giro pela história

Para conhecer a trajetória desenvolvida pelo curso de Engenharia Cartográfica na FCT/UNESP no decorrer dos anos é preciso retroceder às décadas 60 e 70, onde vamos descobrir seus precursores: Prof. Dr. Marcos Alegre e Prof. Dr. Alvanir de Figueiredo. Este último, recém falecido. Marcos Alegre (atualmente Professor Emérito), veio para Presidente Prudente no dia 05 de Agosto de 1963. Ele foi detentor do título de 1º Doutorado na área de Geocartografia no Brasil, que o recomendava para assumir as aulas de Cartografia e Topografia no antigo IPEA, hoje Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp. Sua contratação foi feita em São Paulo pelo Prof. Dr. José Fernando Martins Bonilha, que sucedeu o 1º Diretor da ex-FAFI, Joaquim Alfredo da Fonseca. Na época, a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras era a única escola de nível superior na região.

Procedente do Rio de Janeiro, aqui se fixou a partir de 1964 o Prof. Dr. José Ferrari Leite, assim como os Profs: Alvanir de Figueiredo, Myrtes da Fonseca Pinto, Max H. Boudin, Augusto Litholdo, Celso Volpe, Augusto Titarelli, Fernando Salgado e outros. As funções de Diretor eram desempenhadas pelo Prof. Hygino Aliandro, que foi substituído pelo Interventor designado pelo Governo do Estado, Dr. Sylvio Fernando Paes de Barros (Juiz de Direito). Na época, a Faculdade mantinha os cursos de Pedagogia, Geografia, Ciências Sociais e Matemática. Houve mudança na nomenclatura de FAFI para IPEA (Instituto de Planejamento e Estudos Ambientais) e o Prof. Alvanir de Figueiredo era responsável por 5 disciplinas. Alguns cursos foram suprimidos, dando lugar a novas opções.

Em 1966 assume a Direção do IPEA, o Prof. Dr. José Ferrari Leite tendo como vice-Diretor, o Prof. Dr. Marcos Alegre. Criada a Universidade Estadual Paulista ”Julio de Mesquita Filho” abriram-se novos horizontes e novas unidades. Com isso, também surgiram novas ideias: uma delas pela criação do Curso de Engenharia Cartográfica, que nasceu em São Paulo por iniciativa do Prof. Dr. Marcos Alegre. O Prof. Dr. Alvanir de Figueiredo – então Diretor da Instituição – foi consultado e aprovou a ideia. “O curso é uma habilitação da Geografia, muito melhorado. Bom para a Unesp por ser o único curso de São Paulo e o 5º no Brasil” – divulga o Livro “Faculdade de Ciências e Tecnologia” – Ontem e Hoje (página 138) de autoria do Prof. Dr. Marcos Alegre.

No mesmo Livro (página 139) diz o precursor do Curso de Engenharia Cartográfica na FCT/UNESP: “O Alvanir levou o Curriculum para mostrar ao Reitor, mas ele não deu uma resposta conclusiva. Posteriormente falou com o Reitor pelo telefone, e ele achou a ideia interessante. Sobretudo para o planejamento, subsidiando bastante a Geografia. Trata-se de um curso de grande futuro”. O pessoal da SBC costuma dizer que só São Paulo teria condições de oferecer um curso de Cartografia com base na Geografia, que já tinha grande prestígio e apoio da Matemática. O Prof. Dr. Alvanir discutiu muito a viabilidade do curso com o Reitor e a resposta foi: “Sendo assim vocês podem montar”. O relato histórico do Prof. Dr. Marcos Alegre é complementado por esta informação: “Em poucos dias montamos o curso de Engenharia Cartográfica e fizemos o Vestibular. O curso começou em Julho de 1977 e foi um recorde” – finaliza.

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Aqui funciona o Bloco Central da Diretoria da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente – SP. A instituição foi implantada no dia 03 de Maio de 1959 e é considerada pioneira em todo o extremo oeste paulista.

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O Prof. Dr. Alvanir de Figueiredo (recém-falecido) e o Prof. Dr. Marcos Alegre são considerados precursores da Engenharia Cartográfica em São Paulo. O 1º e único curso do Estado funciona , na cidade de Presidente Prudente (FCT/Unesp), desde Julho de 1977.

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Neste Edifício (no Campus da Unesp em Presidente Prudente), funciona com todo seu potencial o Departamento de Cartografia da Faculdade de Ciências e Tecnologia, que já formou 676 Profissionais.

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Os Prof.Dr. Maurício Galo é o Chefe do Departamento de Cartografia da FCT/Unesp – Câmpus de Presidente Prudente – e o Prof. Dr. Mauro Issamu Ishikawa é o Coordenador do Curso de Engenharia Cartográfica.

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O curso que é único no Estado de São Paulo está completando 38 anos de existência. Conta com 235 alunos, 45 docentes dos diversos Deptºs da FCT e 17 docentes (doutores), são integrantes do Departamento de Cartografia. .

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No Campus Universitário da FCT/UNESP é comum a presença de alunos desenvolvendo trabalhos em equipe, sob orientação de professores de graduação ou Pós-Graduação em Engenharia e Ciências Cartográficas.

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Na área interna da Cartografia, o trabalho também se desenvolve com intensidade nos Laboratórios Especializados. Para isso, existe perfeito entrosamento entre docentes e discentes, com resultados os mais promissores..

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP