jul 02

Durante o transcorrer do dia 26 de Junho – das 8 às 18hrs – temas agrários tomaram conta da pauta de trabalhos no Anfiteatro II da FCT/Unesp, ministrados pela Profª. Eliane Tomiasi Paulino, do Departamento de Geociências da Universidade Estadual de Londrina/UEL. Os temas desse Seminário estiveram voltados à questão agrária e seus limites, especialmente o Código Florestal e a Reforma Agrária – o incômodo diálogo da função da propriedade.

Em sua exposição, a Professora Eliane relatou detalhes da vida rural nos tempos do passado e nos dias de hoje. Lembrou o difícil processo de buscar água para se abastecer, assim como o uso da água pelas famílias do meio rural. Também o que se fazia para o preparo da terra para plantio no tempo do “Arado” e do “Tombador” (que precederam o trator e outros equipamentos de avançada tecnologia), além da utilização de animais para o transporte, locomoção e trabalho. Isso faz lembrar o que se dizia comparativamente sobre as vantagens ou desvantagens em morar no campo ou na cidade.

Como essa deliberação era vista pelos que viviam no setor urbano? A Palestrante opina: “Nos dias atuais, a concepção que se tem do meio rural é que se trata de um reduto de Paz, Inocência, Beleza, Virtudes e Civilização. Enquanto a cidade é vista como um setor de violência, sujeira, caos, barbárie e convulsões sociais. No passado, as concepções cidade-campo eram outras: Na cidade: progresso, liberdade, futuro, racionalidade e civilização, enquanto o meio rural era visto como: atraso, ignorância, limitação, irracionalidade e barbárie”.

Reforma agrária: o incômodo diálogo

Eliane Tomiasi Paulino – Professora Associada de Geociências da Universidade Estadual de Londrina/UEL, resume sua tese com as seguintes palavras: “No seio da modernização técnica da agricultura a panacéia do desenvolvimento, deu o tom da política das agências internacionais de fomento, tendo como alvo os Estados periféricos; e como retórica do discurso de combate à fome. Desde então, uma série de fragilidades conjunturais tem sido elencadas para justificar os poucos avanços alcançados. Não faltando promessas quanto a Nov as soluções técnicas que, no ciclo seguinte tendem a culminar na mesma incapacidade de bani-la tanto quanto as vulnerabilidades que a provocam.

A tese aqui defendida é a de que esse não é um problema tópico, como querem o governo e a diplomacia contemporânea. Mas sim, um problema estrutural, concernente ao modelo de acumulação, cujo ônus social e ambiental exige respostas distintas das correntes, até porque os resultados não justificam a manutenção das estratégias que vem sendo implementadas há quase meio século sem sucesso. Identificar seus limites e refletir sobre alternativas à agricultura, ao ambiente e à sociedade é a tarefa desse texto, tendo como fio condutor a análise das contradições dos discursos e práticas hegemônicas”.

Referindo-se à propriedade privada da terra – como aliada do processo de acumulação – acentua a Professora Eliane: é necessário que se reafirme que a terra não é um meio de produção igual aos demais, como faz crer a ortodoxia que contagia a ciência e a política. Dentre os meios de produção, ela é a única que comporta a ociosidade rentável. Atualmente, há mais terras nessa condição do que sendo cultivadas, especialmente nos países em que não foram implementadas e ou mantidas políticas de reordenamento fundiário, sendo justamente nesses que a pobreza rural se manifesta com maior veemência.

O caso brasileiro é um bom indicativo disso, uma vez que os conflitos por terra, freqüentemente são interpretados como se fossem motivados pela disputa em torno de quem vai usá-la. Quando seria mais apropriado observar também se e como a terra vai ser utilizada. A luta coordenada para obstruir a democratização do acesso à terra, ao preço da impunidade ao latifúndio é a mais clara evidência da aliança de classes: não fosse isso, a fratura emergeria, como já aconteceu nos primórdios da revolução burguesa, momento em que os próprios capitalistas se encarregara,m de forçar a utilização produtiva das terras. Daí, o sentido da reforma agrária, como estratégia utilizada em seu favor, mas que obviamente se refletiu em benefícios para aquelas sociedades.

A mudança do Código Florestal

Durante a realização do Seminário de Doutorado, no Anfiteatro II da FCT/Unesp, a Professora do Departamento de Geociências da UEL, Eliane Tomiasi Paulino, abordou de forma geral o Código Florestal Brasileiro, que coloca em xeque o cumprimento da função social da propriedade. “Ao se apontar a conservação ambiental como incompatível com as exigências da produção e da geração de renda no campo, omite-se a saga rentista, alheia ao princípio constitucional que coloca a terra em condição diversa de qualquer outra mercadoria. Daí a necessidade do cumprimento de sua função social. O desfecho desse impasse supõe desdobramentos socioterritoriais de longa duração, pois os termos propostos promovem grave inversão, sacramentando o privilégio de condicionar a conservação ambiental a um tributo social adicional: o pagamento por serviços ambientais.

Na atualidade – diz Eliane – a questão ambiental vem se projetando como tema da mais alta relevância, em vista da relação predatória que tem caracterizado as modernas formas de produção; entre as quais, a agrícola. Esse é o contexto que explica os conflitos em torno da necessidade de observância da Legislação Ambiental em vigor; e que apesar de não ser nova no Brasil, não fora objeto de preocupação dos proprietários. E tampouco do Estado, sendo em regra ignorado há mais de duas décadas atrás. E desde então, convertida em objeto de disputa, em vista da lógica predatória proveniente do modelo de ocupação territorial hegemônico no país. É esse contexto que explica a recente conversão do Código Florestal Brasileiro, instituído pela Lei 4771, de 15 de Setembro de 1965.

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Este foi o 1º Seminário de Doutorado realizado em 2015 no Anfiteatro II da FCT/Unesp, tendo como convidada a Professora Eliane Tomiasi Paulino, da Universidade Estadual de Londrina/UEL.

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Os participantes deste Seminário foram representados em sua maioria, por estudantes de pós-graduação de diversos cursos ministrados pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp/Pres.Prudente.

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Assuntos da maior relevância foram aqui debatidos, especialmente os que se relacionam ao Código Florestal Brasileiro – instituído exatamente há cinqüenta anos – e a questão agrária e suas limitações.

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O que mais chamou a atenção dos participantes do Seminário de Doutorado foi a concepção que se fazia (e se faz até hoje), da vivência de quem mora no campo e de forma difrenciada, no meio urbano.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

jul 02

Tendo como Orientador o Prof.Dr.Erivaldo Antonio da Silva – do Deptº de Cartografia – a candidata Miriam Maria Pedrosa, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Cartográficas, defendeu sua tese de Doutorado, dia 24 de Junho (08h30), na Sala de Apresentação de Projetos da FCT/ Unesp. Tema: “Detecção automática de crateras de impacto na superfície de Mercúrio”.

Além do Orientador, que também presidiu a sessão, participaram como integrantes da Comissão Examinadora, os seguintes docentes: Dr.Alvaro Penteado Crósta, do Deptº de Metalogênese e Geoquímica da Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP; Dr.Thiago Statella, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso/ Câmpus de Cuiabá; Dr.José Roberto Nogueira e Dr.Aylton Pagamisse, ambos do Deptº de Matemática e Computação da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Campus de Presidente Prudente- SP.

A Doutoranda iniciou sua defesa pública de tese, explicando o significado do termo. “Cratera de impacto são estruturas formadas pela colisão de meteoritos com a superfície de corpos rochosos. O estudo dessas crateras é um ponto chave para o entendimento da história do sistema solar, visto que o processo de colisão está presente desde a formação dos planetas até os dias atuais. Desta forma, existem inúmeros trabalhos realizados que envolvem crateras de impacto, dentre eles, estão os desenvolvidos na tentativa de realizar a detecção automática dessas feições”.

Lua, Marte e Mercúrio

Depois, a candidata ao Doutorado, Mirian Maria Pedrosa acrescenta: A maioria dos trabalhos utilizam trabalhos da Lua e de Marte, devido à grande quantidade de imagens disponíveis para esses dois corpos planetários. Em contrapartida, a realização desta tarefa para Mercúrio só se tornou possível há poucos anos atrás, com o envio da sonda Messenger. Por este motivo, existem poucos trabalhos desenvolvidos, na tentativa de realizar a detecção de crateras em Mercúrio. Nesse sentido, este trabalho apresenta uma metodologia para detecção de crateras em Mercúrio em imagens digitais – MDIS-NAC. As imagens utilizadas apresentam diferentes resoluções espaciais e pertencem a 3 bacias da superfície de Mercúrio.

Metodologia em 4 etapas

A Doutoranda complementa sua tese ao afirmar que a Metodologia é dividida em 4 etapas principais, sendo a primeira a construção do mosaico de imagens. Em seguida, realiza-se a seleção de candidatos a cratera por meio de operações morfológicas e análise da forma. Posteriormente, as característica dos candidatos são extraídas pelas máscaras Haar-like. Por fim, utiliza-se SVM para classificar os candidatos em crateras e não crateras. A metodologia foi aplicada a um conjunto de imagens e os resultados foram comparados com imagens de referência em que as crateras de impacto foram marcadas manualmente.

E para concluir, Miriam diz: “A metodologia alcançou melhores resultados para imagens de alta resolução. Entretanto, considerando a irregularidade da superfície de Mercúrio e a baixa resolução de algumas imagens utilizadas, pode-se considerar que os resultados são relevantes para todas as imagens utilizadas”.

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Mirian Maria Pedrosa apresentou-se à Comissão Examinadora na manhã de 24 de Junho na FCT/Unesp, para a defesa pública de sua tese de Doutorado/Programa de Ciências Cartográficas.

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O Orientador de Mirian, foi o Prof.Dr.Erivaldo Antonio da Silva, do Deptº de Cartografia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente/SP. (FOTOS CEDIDAS).

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

jun 28

Numa solenidade que reuniu grande número de intelectuais e convidados, foram lançados dois novos livros, considerados da mais alta importância para o resgate das orígens de Presidente Prudente e toda a região. As obras trazem a autenticação dos organizadores: Profs.Drs.:Hélio Hirao, Evandro Fiorin e Neide Barrocá Faccio, todos integrantes do Departamento de Planejamento, Urbanismo e Ambiente da FCT/Unesp. O lançamento previamente programado realizou-se no SPART Cultural à Rua D.Militânia, 359, na noite de 26 de Junho. Com a presença inclusive do Diretor e Vice-Diretor Marcelo Messias e José Carlos da Silva Camargo Filho (Zeca) e inúmeros estudantes e docentes.

Desse auspicioso lançamento editorial também fizeram parte os Profs.Drs.: Nilson Ghirardello, Cristina Maria Perissinotto Baron, Suzana Cristina Fernandes Paiva, Arlete Maria Francisco, Ana Paula Zonta de Melo, Aline Alves Ambesim, Deivis Fernandes, Luis Antonio Barone e Gabriel Loschiavo Cerdeira. O livro “Cidades do Interior Paulista – Patrimônio urbano e arquitetônico” – teve sua apresentação pelo Presidente do Conselho da CAU /SP, Afonso Celso Bueno Monteiro e Prefácio de Helio Hirao e Evandro Fiorin. Já o livro “Os primeiros habitantes que chegaram – Introdução à Arqueologia do Estado de São Paulo – pela Profª. Drª. Neide Barrocá Faccio foi classificado como produto do esforço acadêmico do Laboratório de Arqueologia Guarani da UNESP (LAG-FCT/Unesp).

Além de Presidente Prudente, outras importantes cidades do interior de São Paulo figuram nessa publicação inédita, resultante de pesquisas desenvolvidas por um grupo especializado do Departamento de Planejamento, Urbanismo e Ambiente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente-SP. Cidades como: São José do Rio Preto (Patrimônio e “Progresso”); Araçatuba (Da memória dos trilhos à modernização do asfalto); Assis (Medidas para reconhecimento e apropriação do pátio ferroviário) também fazem parte dessa edição especial. E por acréscimo: O patrimônio industrial de Pederneiras e a função social da propriedade.

O livro “Cidades do Interior Paulista” – com 260 páginas – foi produzido pela Editora Cultura Acadêmica, com o apoio do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Sao Paulo/CAU-SP e PACO-Editorial. Já a publicação “Os primeiros que chegaram – introdução da Arqueologia do Estado de São Paulo, reúne 64 páginas. Produção gráfica do Canal 6 – Editora, com o apoio da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”- através do PROEX e FCT/Unesp. “Para compreender a história do indígena brasileiro no período pré-colonial, é preciso retornar ao passado. Mas desse passado, não existem índios vivos…” – diz a Profª.Drª.Neide Barrocá Faccio.

Testemunho de um Urbanista

Enquanto concedida autógrafos, o Urbanista Hélio Hirao falou do que mais preocupa as cidades do interior em termos de patrimônio urbano e arquitetônico; e foi categórico:”São importantes referenciais históricos culturais que estão abandonados ou descaracterizados. Sua estrutura física não comporta os novos usos e apropriações socioespaciais do cotidiano urbano. No entanto, são registros materiais de produções das gerações anteriores. Cheias de significados constituem-se em referências que identificam as cidades”.

Disse ainda que os principais referenciais construídos (dos núcleos urbanos iniciais), ainda estão presentes no cenário das cidades: a Igreja, a Praça, a Estação, o Fórum, a Escola, as casas “art decó” e o cinema. As lojas permanecem nos centros históricos. São ambiências características, significativas para os seus viventes. As transformações no modo de vida com a participação cada vez mais intensa das ferramentas digitais, mudando os comportamentos e modos de apropriação socioespacial. E mais: os interesses do mercado imobiliário ameaçam a permanência desses referenciais históricos e culturais.

Concluindo seu pensamento – diz Hélio Hirao – com base no que produziu em seu livro mais recente: “Os tempos antigos não existem mais. Mas temos os registros materiais dessas épocas, consolidando camadas dos diversos momentos das cidades, demonstrando o processo urbano para entender a paisagem atual. Existe necessidade de adequar esses espaços; e os Arquitetos e Urbanistas têm esse desafio. De integrar o antigo e o novo, preservando os significados e concebendo espaços inovadores para sua apropriação e preservação”.

Para o autor do livro “Cidades do Interior Paulista – Patrimônio urbano e Arquitetônico” – são importantes do mesmo modo: a manutenção dos diversos usos que caracterizam a cidade, cada vez mais murada e fragmentada. “O atributo da vitalidade urbana e a preservação desses referenciais históricos construídos, que são o encanto de nossas cidades” – finalizou.

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O lançamento simultâneo de dois livros, reuniu no SPART Cultural os seus principais autores, juntamente com docentes, estudantes e convidados especiais.

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Depois de rápida apresentação, os presentes foram convidados a se dirigir à mesa para registro de presença, que foi prestigiada inclusive pelos Diretores da FCT/Unesp.

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Os primeiros exemplares foram entregues, enquanto aguardavam autógrafos dos autores presentes: Hélio Hirao, Evandro Fiorin, Neide Barrocá Faccio, Arlete Francisco e outros.

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A seção de autógrafos marcou um momento dos mais importantes para a Arquitetura, Urbanismo e também para o resgate histórico das origens desta região do Estado de S.Paulo.

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O ato de lançamento de dois novos livros foi considerado um dos mais importantes para a história de uma cidade que está prestes a comemorar seu Centenário: Pres.Prudente.

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Os principais autores se reúnem para uma foto histórica: é o registro de uma obra que ficará para a eternidade, evidenciando a figura humana dos primeiros a chegar.

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Enquanto alguns ainda aguardavam autógrafos, o Prof.Dr.Hélio Hirao não parou um só instante. E reservou para os Diretores Marcelo Messias e Zeca, dois autógrafos especiais.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

jun 27

No último dia 19 de Junho, os Programas de Pós-Graduação em Ciências Cartográficas e Estatística da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente – promoveram duas importantes palestras, tendo como convidados o Prof.Dr. Pedro Miguel Berardo Duarte Pina e o Prof.Dr. Hélio S.Migon. O primeiro é membro integrante do Instituto Superior Técnico de Lisboa/Portugal e o segundo, docente da Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ. As palestras foram ministradas nos Anfiteatros I e II, respectivamente.

A palestra inicial do Dr. Pedro Pina, versou sobre “Cartografia das zonas livres de gelo na Antártida Marítima através de imagens de detecção remota de alta resolução espacial”, tendo comparecido docentes e alunos dos cursos de graduação e pós-graduação, do Departamento de Cartografia, em sua maioria interessados no tema escolhido para essa palestra. O palestrante já ministrou outros temas em suas visitas anteriores.

O Prof.Dr. Hélio S.Migon que é graduado desde 1970, em sua palestra na FCT/Unesp defendeu o tema:”Modelos dinâmicos não lineares – abordagem seqüencial” e nessa apresentação procurou discutir modelos de séries temporais na família exponencial, incluindo componentes autoregressivos na função de ligação. “Reservaremos os modelos dinâmicos generalizados e apresentaremos um algoritmo para a estimação sequencial dos coeficientes autoregressivos. Alguns resultados de simulação serão apresentados” – disse.

Uma modelagem de dados de óbitos de crianças (por causas respiratórias), usando modelos de função de transferência com estimação seqüencial, será ilustrada. Concluiremos apontando avanços recentes ocorridos na modelação dinâmica bayesiana – são informes complementares – segundo informes dos colaboradores: Mariane B.Alves e Carlos T.Zanini.

A Professora Aparecida D.P.Souza – do Deptº de Estatística – revelou que o Prof.Dr.Hélio S.Migon (da UFRJ com extenso currículo), visitou a FCT na condição de Avaliador Externo do Curso de Graduação em Estatística, parte do processo de avaliação institucional da Unesp. Na oportunidade, proferiu importante palestra.

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O Prof.Dr.Pedro Miguel Berardo Duarte Pina, do Instituto Superior de Lisboa proferiu palestra no Anfiteatro I da FCT/Unesp, como convidado especial do Departamento de Pós-Graduação em Ciências Cartográficas.

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O Prof.Dr. Helio S.Migon visitou a FCT/Unesp na condição de Avaliador Externo do Curso de Graduação em Estatística e aproveitou para ministrar palestra no Anfiteatro II, a convite do Departamento de Estatística.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

jun 26

As reuniões têm sido constantes e são realizadas sempre com o maior número de participantes. Todos eles têm um papel especial nessa missão que envolve duas Universidades, reunindo Empresas Juniores da FCT/UNESP e UNOESTE, sediadas em Presidente Prudente. São sete Empresas ao todo e cada uma tem sua Diretoria constituída e estão subordinadas à Liga das Empresas Juniores, que surgiu no ano de 2013 com o intúito de representar: inicialmente as empresas juniores da FCT/UNESP perante as autoridades. Além de buscar soluções para problemas em comum das EJs.

Durante o ano de 2014 percebeu-se que a Liga teria potencial para representar não só as empresas juniores da FCT/UNESP mas de toda Presidente Prudente, atuando também como forma de fazê-las desenvolver, se unir e trazer inovação para o movimento na cidade. Com isso, os objetivos estão sendo alcançados, tornando-se Presidente Prudente um referencial em Empreendedorismo Juvenil.

Trabalhos de parceria

A Liga já atuou em ações em parceria com a Coordenadoria da Juventude da Prefeitura de Presidente Prudente, realizou campanhas sociais em prol de instituições de caridade. Realizou também – com pleno êxito – o 1º Encontro dos Empresários Juniores de Presidente Prudente – I ENEJUPP.

Atualmente a Liga é composta por 24 membros de 7 empresas juniores da cidade,
assim representadas:

  • EJEST – Empresa Junior de Estatística da UNESP;
  • GEOAMBIENTAL JR – Empresa Junior de Geografia e Engenharia Ambiental da UNESP;
  • EJECART – Empresa Junior de Engenharia Cartográfica da UNESP;
  • OPERA KRIOS – Empresa Junior de Arquitetura e Urbanismo da UNESP;
  • Performance Junior – Empresa Junior de Educação Física da UNESP;
  • EJCOMP – Empresa Junior de Ciência da Computação da UNESP;
  • Techné – Empresa Junior de Engenharia de Produção da UNOESTE.

Última Assembleia

A última Assembleia realizada no Discente IV da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente – contou com a presença dos seguintes participantes: Sara Moreira, Luiza Girão, Luis Guilherme, Guilherme Carvalho, Bruno Loniello, Ncolas Roncato, Ronan Sarkis, Eduardo Horimoto, Lorena Canali, Giovana Silva, Victor Garcia, Elys Couto, Rafael Chaves, Paulo Pasquale, Amanda Morceli, Isabela Branzani, Mauricio Akira, Ricardo Agostinete, Mariana Leite, Paula Lyra, Rudy Sarkis e Giuseppe Cavalieri.

A Liga está organizada através de uma estrutura de Diretorias, conforme se verifica:
Presidência; Vice Presidência; Relações Públicas; Comunicações; Desenvolvimento; Conhecimento Administrativo/Jurídico/Financeiro. Todas as Dretorias atuam para um foco em comum, que é o fortalecimento do MEJ Faroeste (Marca dada para simbolizar o Movimento Empresa Junior de Presidente Prudente).

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As reuniões das Empresas Juniores de Presidente Prudente são constantes e bem frequentadas.

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Os participantes das 7 Empresas estão integrados à Liga das Empresas Juniores de Pres.Prudente.

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Democraticamente todos têm voz ativa, com importante participação nas Assembleias mensais.

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Com as propostas encaminhadas por representantes de cada Empresa, o assunto entra em votação.

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Como a Assembleia é soberana, a comunicação se torna mais fácil; em benefício da Liga e de todos.

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Concluída a votação e com a deliberação das Diretorias das empresas, o assunto vai para a Liga.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

jun 22

O lançamento do livro “A construção da climatologia geográfica no Brasil”, de autoria do Prof.Dr.Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro, na noite de 18 de Junho foi marcante sob todos os aspectos. Promovido pelo Grupo de Pesquisa, Interações na Superfície Terrestre, Água e Atmosfera (GAIA), realizou-se no Auditório do Discente V com a presença de numeroso público representado em sua maioria por docentes e alunos de graduação e pós-graduação em Geografia, da FCT/Unesp.

A Abertura ocorreu às 19h15 pela Profª.Drª. Margarete Cristiane de Costa Trindade Amorim e apresentação pelo Prof.Dr.João Lima Sant’anna Neto, ambos integrantes da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente – SP. Em sua breve exposição, a Professora Margarete destacou a biografia do ilustre visitante, que nasceu em Teresina/Piauí em 23 de Março de 1927; portanto, com 88 anos de vida, dos quais 70 dedicados à Geografia. Ele é considerado um dos principais Geógrafos e Climatólogos do Brasil.

Sua tese de livre-docência “Teoria e Clima Urbano” (1976), é um marco nos estudos da climatologia geográfica. Doutor e Livre Docente pela USP criou a análise rítmica, método amplamente utilizado nos estudos de climatologia geográfica. Formou-se em Geografia e História em 1950 pela Faculdade Nacional de Filosofia da antiga Universidade do Brasil – atual UFRJ. Desde então, tem sido incansável educador e pesquisador, autor de numerosas obras que lhe consagraram personalidade de renome na Geografia brasileira e internacional. De 1951 a 1953, na França, foi estagiário do Laboratório de Geomorfologia da Escola de Altos Estudos e do LABORATÓRIO DE Sedimentologia da Escola Nacional de Agronomia.

De volta ao Brasil, foi professor de Geografia Física de 1955 a 1959 na Faculdade Catarinense de Filosofia que hoje integra a UFSC, em Florianópolis. De 1960 a 1964 lecionou a mesma disciplina na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Claro/SP. De 1966 a 1967 foi professor de Geomorfologia do Instituto de Ciências da UnB (Universidade de Brasília). Em 1968 transferiu-se para o Departamento de Geografia da USP, onde lecionou diversas disciplinas de Geografia Física até sua aposentadoria em 1987.

De 1982 e 1983, Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro foi visitante do Japão, na Universidade de Tsukuba. Entre 1987 a 1990, depois de aposentado pela USP foi professor dos cursos de Pós-Graduação em Geografia das Universidade Federais de Santa Catariana/UFSC e de Minas Geais/UFMG. Em 2000, recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade do Estado do Rio de janeiro/UERJ. Também recebeu o título de Professor Emérito da Universidade de São Paulo/USP, em 2003. Atualmente vive na cidade de Campinas/SP.

Homenagem Especial

Coube ao Prof.Dr.João Lima Sant’anna Neto, a missão de prestar homenagem ao ilustre Prof.Dr.Carlos Augusto, na solenidade de lançamento editorial de sua mais recente obra, partindo de um campo de estudo da climatologia no Brasil. Sua contribuição ao estudo das cidades em “teoria e clima urbano” – disse o Professor João Lima – nos trouxe uma nova abordagem para o entendimento das cidades como um sistema complexo, dinâmico e, também mediado pelas relações entre a sociedade e a natureza.

Seu “testamento” como pesquisador brilhante no campo da climatologia, foi a obra Clima e Excepcionalismo” em que além de realizar uma notável avaliação dos problemas e perspectivas da análise geográfica do clima, antecipou em mais de uma década, a discussão sobre risco, hazards e eventos extremos, que está no cerne do pensamento contemporâneo. Sua obra ultrapassou os limites do campo da climatologia. Ao tratar dos geossistemas como categoria de análise e perspectiva teórica para os estudos integrados em geografia, como em ”Geossistema: a história de uma procura.

Intelectual inquieto, inconformado com os limites do pensamento de sua época, nos deixou pérolas de reflexão crítica sobre a ciência geográfica, tanto em “A travessia da crise”, quanto em “Geografia… sempre”. Transcendeu o campo da própria Geografia para ousar novos formulações filosóficas e culturais, ao alargar as possibilidades de interrelação entre o conhecimento científico e as expressões artísticas e literárias, como em “O mapa e a trama”, O Cristal e a chama” e, o ainda inédito “Rua da Glória”.

Tudo isso, já seria uma contribuição absolutamente genial para a Geografia, em particular, e a ciências em geral. Mas isto ainda é pouco para entendê-lo. Professor por opção, Carlos Augusto marcou profundamente todos os que puderam ter o privilégio de frequentar as suas aulas, tanto pelas ousadias metodológica e inovações nas formas de ensinar, quanto pela seriedade, com que exercia esta tarefa.

‘’Elegância impecável’’

Na continuidade de seu pronunciamento em homenagem ao Prof.Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro, acentuou o Prof.João Lima: “Sempre de terno impecável, gravatas extravagantes e um transgressor e enigmático anel de serpente em seu dedo mindinho da mão esquerda… Para que não houvesse possibilidade de que nenhum aluno usasse da desculpa de não ter o material necessário para realizar as tarefas da aula, Carlos Augusto levava, arcando com as despesas de seu próprio salário, tudo o que se deveria ter para o sucesso da atividade. Papel milimetrado, lápis, régua, caixas de lápis de cor (ainda era essa época…no pré-cambriano da informática), etc. Ele adjetivava de forma incontornável, o significado do que é ser um Professor (com P maiúsculo).

De generosidade comovente, estava sempre por perto e disposto a ajudar, fosse com um gesto, um conselho ou, até mesmo, com o vil metal. Prova disso é o carinho e a amizade que desfruta de gente de todos os tipos nos quatro cantos deste país. 88 anos de vida e 70 anos de Geografia não é pouco! Finalizando, disse o Prof.João Lima: “Sei que para ele, muitas vezes é pesado e demasiado. Mas, para nós da academia que precisamos de referências de intelectuais, de professores e de seres humanos tão especiais como ele, é pouco… muito pouco. Carlos Augusto é um precioso patrimônio da Geografia brasileira; e a sua presença entre nós será sempre um ato de respeito e admiração”.

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Em nome do GAIA, a Profª.Drª. Margarete Cristiane de Costa Trindade Amorim promoveu a abertura do evento no Auditório-Discente V, com a honrosa presença e participação do Prof.Dr.Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro.

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Coube ao Prof.Dr.João Lima Sant’anna Neto, a missão de conduzir a solenidade homenageando o Prof.Carlos Augusto, personalidade cuja trajetória acadêmica tem sido marcada por uma atitude de reflexão intelectual, criativa e refinada.

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O Auditório esteve superlotado, com a presença de grande número de docentes e estudantes de graduação e pós-graduação (especialmente de Geografia) que tem o Prof.Carlos Augusto como precioso patrimônio da Geografia brasileira.

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Enquanto se realizava a palestra com o pronunciamento do ilustre visitante, a platéia ouviu com a maior atenção o relato de sua carreira de 70 anos de atividades de um Mestre e Doutor em Geografia, tido como o “pai da análise rítmica”.

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E aqui começa o momento esperado por todos: o lançamento editorial do Livro: “A construção da climatologia geográfica no Brasil”, com autógrafos do autor, Prof.Dr.Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro nos seus 88 anos de vida.

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Os autógrafos no lançamento deste novo livro foram concedidos no próprio local pelos autores da obra, incluindo – além do Prof.Carlos Augusto – os Profs.Drs.: João Lima Sant’anna Neto, Francisco Mendonça e João Afonso Zavattini.

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A participação neste ato, do Prof.Dr.João Lima – ao lado do Prof.Carlos Augusto – demonstra que a FCT/Unesp se incluiu no êxito de mais este lançamento, pois se trata de uma das principais referências da Climatologia no Brasil.

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Aqui, um autógrafo especial do Prof.Dr.Carlos Augusto para a colega que representou o GAIA nesta solenidade em Pres.Prudente: a Profª.Drª. Margarete Cristiane de Costa Trindade Amorim, do Deptº de Geografia da FCT/Unesp.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

jun 19

Neste mês de Junho, a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente – registrou quatro teses de Doutorado defendidas publicamente nos dias 9, 12 e 17, conforme programação previamente elaborada pela Pós-Graduação. A 1ª tese foi desenvolvida no Anfiteatro II – Geografia (dia 9/8h30); a 2ª e a 3ª nos Anfiteatros I e VI – Educação e Geografia (dia 12/14hs) e a última, no Anfiteatro II – Geografia (dia 17/14hs).

As defesas públicas foram desenvolvidas pelos candidatos: Natália Cristina Alves; Sidney de Oliveira Souza; Roberto Aparecido Mancuzo da Silva Junior e Ricardo Lopes Batista. Orientadores: Prof.Dr.Raul Borges Guimarães, do Deptº de Geografia da FCT/Unesp; Prof.Dr.Klaus Schlüzen Junior, do Deptº de Matemática, Estatística e Computação, da FCT/Unesp; Prof.Dr.Clifford Andrew Welch, do Deptº de História, da Universidade de São Paulo/UFSP e Profª.Drª.Eda Maria Goes, do Deptº de Geografia, da FCT/Unesp.

Os temas defendidos foram os seguintes: 1) – “O outro na cidade” – deficiência, acessibilidade e saúde em Presidente Prudente; 2) “Blended on line Popbl – Uma abordagem Blended Learning para uma aprendizagem baseada em problemas e organizada em projetos”; 3) – “O sistema ideológico do agronegócio: o Poder do discurso e o Discurso do Poder”; 4) – “Produção do espaço urbano e controle social: Os espaços residenciais populares fechados como novo modelo de moradia”.

Bancas Examinadoras

Nesta programação de quatro defesas públicas participaram como integrantes das Comissões Examinadoras os docentes (além dos Orientadores já citados): Dra.Eliane Ferrari Chagas, do Deptº de Fisioterapia da FCT/Unesp; Dr.Vitor Ribeiro Filho, do Instituto de Geografia da Universidade Federal de Uberlândia/MG; Dr. Márcio José Ornat, do Deptº de Geociências, da Universidade Estadual de Ponta Grossa/PR e Dr. Marcelo Dornelis Carvalhal, da Coordenadoria de curso da Unidade de Ourinhos/SP.

No dia 12 de Junho – duas teses defendidas – atuaram: Dr.Jordi Quintana Albalat, da Universidade de Barcelona/Espanha; Dra. Adriana Aparecida de Lima Terçariol, da Universidade do Oeste Paulista/Unoeste-Presidente Prudente/SP; Dra.Cláudia Maria de Lima, do Deptº de Educação, do Instituto de Biociências de São José do Rio Preto/SP e Dra.Ana Maria Osório Araya Balan, da FCT/Unesp. Ainda no mesmo dia: Dr.Antonio Thomaz Junior, do Deptº de Geografia da FCT/Unesp; Dra. Sônia Maria Ribeiro de Souza (Pós-Doutoranda), da FCT/Unesp; Dr. Munir Jorge e Dra. Larissa Crepaldi Trindade, ambos da Universidade do Oeste Paulista/ Unoeste-Presidente Prudente-SP.

Finalmente no dia 17 de Junho, defesa pública de tese de Doutorado/Geografia, com atuação dos seguintes membros da Comissão Examinadora: Dra. Maria Encarnação Beltrão Sposito e Dr.Nércio Turra Neto, ambos do Departamento de Geografia da FCT/Unesp; Dra. Maria Angélica de Oliveira Magrini, da Faculdade de Ciências Integradas do Pontal, da Universidade Federal de Uberlândia/MG e Dr.Francisco José Avelino Junior, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/Câmpus de Três Lagoas/MS.

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Tendo como Orientador, o Prof.Dr.Raul Borges Guimarães, do Deptº de Geografia, Natália Cristina Alves defendeu tese de Doutorado/Programa de Geografia (dia 9/Junho), na FCT/Unesp.

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O candidato Sidinei de Oliveira Souza, do Programa de Pós-Graduação em Educação pela FCT/Unesp, fez sua defesa pública de tese de Doutorado/Educação (dia 12/Junho), no Anfiteatro I.

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O Doutorando teve como seu Orientador, o Prof.Dr. Klaus Schlüzen Junior, do Deptº de Matemática, Estatística e Computção, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp/Pres.Prudente.

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O candidato Roberto Aparecido Mancuzo Silva Junior se apresentou perante a Comissão Examinadora para defender tese de Doutorado/Geografia (dia 12/Junho), no Anfiteatro VI da FCT/Unesp.

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Na tese que defendeu publicamente, o Doutorando Mancuzo Silva Jr. teve como seu Orientador o Prof.Dr.Clifford Andrew Welch, do Deptº de História da Universidade Federal de São Paulo/UFSP.

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No dia 17/Junho apresentou-se perante a Comissão Examinadora (reunida no Anfiteatro II), para sua defesa pública de tese de Doutorado/Programa de Geografia,o candidato Ricardo Lopes Batista.

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O Doutorando desenvolveu sua tese, tendo como Orientadora, a Profª. Drª. Eda Maria Goes, do Deptº de Geografia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente- SP.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

jun 18

Para manter a tradição, realizou-se este ano no Câmpus da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp/Presidente Prudente, mais um “Trote Solidário”. Foi um trabalho reconhecidamente humanitário que ocorre pelo 6º ano consecutivo sob a organização da EJEST, em parceria com a Liga das Empresas Juniores de Presidente Prudente. A coordenação do evento esteve sob a liderança da graduanda em Estatística, Paula L.C.Lyra, tendo ao lado nas visitas de rua, cerca de 40 calouros que ingressaram nos diversos cursos de graduação da FCT/Unesp. Na Assessoria, houve participação e apoio dos veteranos.

Para arrecadar donativos, os voluntários percorreram os bairros: Jardim das Rosas, Jardim Petrópolis, Cohab, Vila Nova e Condomínio Residencial Morumbi. A área percorrida situa-se nas adjacências da Unesp, com boa acolhida por parte da maioria dos moradores visitados. Em cada domicílio foi arrecadada alguma prenda representada por gêneros alimentícios não perecíveis, produtos de higiene pessoal, roupas, calçados, fraldas, bolsas e agasalhos para o inverno. No total geral, 154 quilos de alimentos, 330 peças de roupas, 10 sapatos, 2 bolsas, 5 pacotes de fraldas e 12 produtos de higiene pessoal.

Ao término da operação desenvolvida no dia 30 de Maio (Sábado), todos os voluntários se reuniram, festejando mais uma ação útil em beneficio da comunidade. E a primeira decisão unânime foi a de providenciar a doação dos alimentos não perecíveis para uma entidade carente: Hospital Psiquiátrico Bezerra de Menezes, a instituição escolhida. A entrega foi feita na manhã do dia 11 de Junho, em nome da EJEST e da Liga das Empresas Juniores de Presidente Prudente. Essa doação foi recebida por uma equipe do próprio Hospital e documentada com fotos (em anexo logo abaixo).

Os agasalhos arrecadados ou por arrecadar nos próximos dias, com a chegada do inverno serão destinados ao Fundo de Solidariedade da Prefeitura Municipal de Presidente Prudente, cuja campanha denominada: “Roupa boa, a gente doa”, que prossegue até 2ª ordem. Porém, com a finalidade de atender às pessoas mais necessitadas. Por isso, ainda é tempo para se doar alguma peça que esteja em disponibilidade, mediante entrega no Câmpus da FCT/Unesp.

Quanto aos produtos de higiene pessoal (arrecadados), a coordenação do “VI Trote Solidário” decidiu que os mesmos serão doados – juntamente com as demais arrecadações – p/ organização do XXI ENEJUNESP que ocorrerá no dia 12 de Outubro deste ano.

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Calouros e veteranos se integram sob a coordenação da EJEST no Câmpus da FCT/Unesp para a realização da coleta de donativos através do VI Trote Solidário do ano 2015.

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Nos bairros adjacentes à Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp, os voluntários estabelecem seus primeiros contatos com moradores, a quem justificam as razões da visita.

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O resultado alcançado, como dos anos anteriores, foram bem gratificantes. As doações em alimentos, roupas, calçados, produtos de higiene pessoal e agasalhos foram excelentes.

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O que foi arrecadado em termos de alimentos não perecíveis alcançou um total de 154 quilos, que devidamente selecionados foram levados pela Coordenadora Paula L.C.Lyra para entrega.

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A Equipe representativa do Hospital Psiquiátrico Bezerra de Menezes, recebeu as doações em alimentos, agradecendo a todos que cooperaram na realização do “VI Trote Solidário”, da EJEST.

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O sorriso espontâneo de Paula L.C.Lyra, na condição de Coordenadora da Empresa Junior de Estatística/EJEST e em nome dos integrantes da Liga das Empresas Juniores de Pres.Prudente, é a forma de agradecer pela acolhida e pelo apoio de todos.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

jun 15

Na passagem da Semana do Meio Ambiente na FCT/Unesp durante o período de 8 a 12 de Junho deste ano, o Centro de Museologia, Antropologia e Arqueologia/CEMAARQ registrou um sem número de visitantes (inclusive de escolas de toda a região). Os estudantes vieram acompanhados de alguns professores, especialmente para conhecer o grande potencial representado pelo acervo histórico e geográfico da Universidade. Todos eles retornaram satisfeitos.

A programação comemorativa foi coordenada pela Profª.Drª. Encarnita Salas Martin, com monitoria da auxiliar acadêmica, Nikele Maiara Milani. No 1º contato os visitantes foram acolhidos numa sala especial com projeção áudio-visual e um Teatro de Fantoches, onde o objetivo principal o de apresentar uma idéia da riqueza da cultura indígena atual, através de seu artesanato. Nessa oportunidade puderam conhecer artigos em cestaria, arte plumária, cerâmica, armas, enfeites e instrumentos musicais, dentre outros. A pré-história (incluindo uma área da Paleontologia) é representada por material arqueológico: pedra lascada, pedra polida e cerâmica, encontrados e recolhidos na região.

No mesmo local destinado ao desenvolvimento de atividades de interação Universidade/Comunidade, a Estação Meteorológica do Departamento de Geografia da FCT/Unesp agendou juntamente com o DFQB, alguns contatos com escolas públicas e particulares de Ensino Fundamental, Infantil e Médio. Um tema atualizado e da mais alta importância foi inscrito nesse evento comemorativo atribuído à Semana do Meio Ambiente, com a finalidade de prestar informações sobre os chamados “Rios voadores”. É bom acrescentar que foram designadas para esse trabalho, duas pesquisadoras: Daiane Barbosa Girotto (Licenciatura em Geografia) e Bruna Guldoni, do 4º ano de Geografia.

Qual a definição de “Rios voadores”?

A Enciclopédia Wikipédia define Rios voadores, como sendo cursos atmosféricos de águas invisíveis que transportam umidade e vapor de água da bacia amazônica para outras regiões do Brasil. Existem também outras versões que definem Rios voadores como “imensas massas de vapor d’água, que levadas por correntes de ar, viajam pelo céu e respondem por grande parte da chuva que rola em várias partes do mundo (Planeta sustentável). O principal rio voador do Brasil nasce no Oceano Atlântico, bomba de volume ao se incorporar à evaporação da floresta amazônica, bate nos Andes e escapa rumo ao sul do país”.

O Engº Agrônomo Enéas Salatti, da Universidade de São Paulo/USP acentua que “o vapor d’água que faz esse trajeto (da Amazônia para o sul do país) é importantíssimo para as chuvas de quase todo o Brasil”. Já O “Brasil Escola” – em seu site – afirma que os Rios voadores existem e estão mais próximos do que se imagina. Neste momento, existem muitos deles sobre nossas cabeças. São invisíveis e transportam imensa quantidade de água, equivalente às vazões dos maiores rios do mundo. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia/INPA, uma única árvore de 10 metros de altura emite uma média de 300 litros de água por dia. Mais do que o dobro do total de água consumida por uma pessoa durante o dia, para beber, cozinhar alimentos, tomar banho, etc.

De um modo geral, os Rios voadores direcionam-se para o Oeste, até chegar à Cordilheira dos Andes – segundo informações de “Brasil Escola” – e lá, eles se deparam com um verdadeiro paredão de mais de 4 mil metros, o que faz com que parte dessa umidade se precipite, transformando-se em chuvas ou neve. A floresta por sua vez funciona como uma bomba d’água, captando água dos solos e elevando-a para a atmosfera em forma de vapor por meio de um processo conhecido como “Evapotranspiração”. Parte do volume de água é transformada em chuvas que acabam caindo na própria floresta; e a outra é transportada pela atmosfera. Sem a Floresta Amazônica, não haverá Rios voadores.

Um fenômeno muito recente

Na demonstração através de uma maquete desenvolvida no CEMAARQ da FCT/Unesp durante a Semana do Meio Ambiente, Daiane Barbosa Girotto explicou aos escolares visitantes, que “Rios voadores são considerados um fenômeno novo que começou a ser estudado no ano de 2007 por Gerard Moss”. Trata-se de um Engenheiro Mecânico nascido na Inglaterra que veio para o Brasil a fim de pesquisar o problema das águas através da “Evapotranspiração” na Amazônia. Ele coletou amostras do vapor da água nas zonas de convergência, tanto da Amazônia como do Oceano Atlântico, mediante emprego de um avião especial.

Nas pesquisas de Daiane B.Girotto e Bruna Guldoni (do Departamento de Geografia da FCT/Unesp) se concluiu que a Floresta Amazônica transpira 20 bilhões de toneladas de água, o que corresponde a uma quantidade equivalente a 20 trilhões de litros à cada dia. Esse fenômeno ocorre 35 dias por ano, segundo o Engenheiro Mecânico Gerard Moss (inglês radicado no Brasil).

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A Semana do meio ambiente realizada no Centro de Museologia, Antropologia e Arqueologia/CEMAARQ da FCT/Unesp – entre 8 a 12/Junho – deu enfoque especial a importantes temas.

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Para as palestras com abordagem sobre os “Rios voadores” foram destacadas duas pesquisadoras do Departamento de Geografia da Unesp: Daiane Barbosa Girotto e Bruna Guldoni.

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Bruna detalhou importantes aspectos sobre os “Rios voadores”, enquanto Daiane explicou de forma detalhada através de uma maquete, como se dá a formação desse fenômeno atmosférico.

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Alunos de cursos fundamentais receberam as informações sobre “Rios voadores” como um fator totalmente desconhecido, embora estejam muitas vezes sobre nossas próprias cabeças.

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A palestra apresentada por duas pesquisadores em licenciatura/Geografia, foi uma agradável surpresa para os alunos que participaram da Semana do meio ambiente na FCT/Unesp.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP

jun 12

A realização da Semana do Meio Ambiente pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp – Câmpus de Presidente Prudente – este ano, serviu para lembrar o desaparecimento de uma das mais belas espécies nativas, provocado por um temporal nos primeiros meses do ano. Trata-se uma “Tamanqueira”, de grande porte, coberta de flores amarelas durante vários meses do ano, tida como uma das espécies mais belas de todo o Parque da FCT/Unesp.

O Jardineiro aposentado, Sr. Antonio dos Santos diz que essa árvore surgiu misteriosamente em meio à vegetação há mais de 30 anos. Quem revelou a origem da planta foi o ex-Diretor (de saudosa memora), Prof. Dr.Alvanir de Figueiredo. Enquanto a maioria dos servidores, funcionários e visitantes lamentam o desaparecimento da “Tamanqueira” de forma trágica, surgem para a alegria de seus admiradores duas novas mudas que se desenvolvem de forma impressionante, nas imediações do local ocupado pela árvore primitiva.

Tudo leva a crer, que dentre de alguns meses ou anos, recomeçarão as maravilhosas floradas dessa espécie nativa que chegou ao Câmpus da Unesp há muitos anos. Além disso, essa planta que alcançou um grande e belo porte, coberto de flores amarelas, tombou em plena fase adulta. Mas por providência divina, deixou muitas sementes pelo chão – e também muitas mudas – que daqui para a frente poderão ser aproveitadas da melhor forma, inclusive no reflorestamento.

Dentre os que estão se propondo a cooperar na formação de novas espécies ornamentais no setor de Parques e Jardins da FCT/Unesp, encontram-se a recém-formada em Engenharia Ambiental, atuando pelo Departamento de Geografia, Marcela de Lima Pedro e diversos alunos. Também, servidores, docentes e muitos amigos. Além do próprio Jardineiro pioneiro (Sr.Antonio dos Santos), que dará nome a uma nova praça mediante descerramento de uma placa em sua homenagem. No lugar da tradicional “Tamanqueira”, virão outras árvores da mesma espécie, para manter o local sempre florido e preservado.
Nomes exóticos

Quando se fala em “Tamanqueira”, vem logo a pergunta: é uma espécie nativa de onde extrai a madeira especialmente indicada para produzir tamancos? Os entendidos – como é o caso da Wikipédia – dão esta resposta como explicação: é uma espécie ameaçada de extinção no Brasil. É conhecida por vários nomes, começando por Guapuruvu, Caixeta, Pau de Tamanco; Tabebuia; Tamancão e Pau de Viola. É planta nativa da Amazônia e da Mata Atlântica, muito endêmica no Brasil, que se distribui do México até a Argentina, incluindo as Ilhas do Caribe.

De folhas simples e coriáceas, alvas, aromáticas, fruto coriáceo, castanho, estriado com várias sementes. Fornece madeira branca, levemente rosada, própria para marcenaria fina. Árvore de grande porte – com altura de 15 a 25 metros – casca fissurada levemente, com 1 metro de espessura aproximadamente, cor amarelada e diâmetro de até 90 centímetros. A florada ocorre entre Setembro a Março de todos os anos, frutificando-se entre Novembro a Julho.

A madeira da “Tamanqueira” é medianamente pesada e a árvore muito ornamental, com boa sombra empregada principalmente no paisagismo da arborização urbana. Mas também é muito útil e prática para a formação como reflorestamento de áreas de preservação ambiental.

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– Esta maravilhosa e gigantesca árvore, conhecida como “Tamanqueira” foi uma das primeiras espécies nativas do Câmpus da Unesp em Pres.Prudente. Mas não resistiu à força de um temporal e veio abaixo. A planta surgiu misteriosamente há quase 30 anos.

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No lugar ocupado pela velha “Tamanqueira”, surgiu uma sucessora de uma hora para outra. E agora, na ausência da árvore-mãe, está ocupando seu mesmo espaço a poucos metros de distância, no setor de Parques e Jardins da FCT/Unesp.

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Por incrível que pareça, a árvore-mãe deixou vagens e sementes espalhadas pelo chão; e agora as sementes começaram a germinar, surgindo novas espécies que vão proporcionar em dias futuros, as mais belas floradas.

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– O dedicado e eficiente Jardineiro, Sr.Antonio dos Santos, mesmo depois de aposentado (com aproximadamente 39 anos de bons serviços) é o maior incentivador dessa iniciativa, com o apoio de seus sucessores e alunos da Unesp.

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Esta arvorezinha que aparece nos fundos das fotos, nada mais é do que uma segunda muda de “Tamanqueira”, que se desenvolveu nas imediações ocupada pela “pioneira” e promete sua primeira florada brevemente.

escrito por Assessoria de Comunicação e Imprensa - FCT UNESP